Ricardo Mituti

É jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Apesar de não assiná-lo profissionalmente, carrega um Junior como último sobrenome.
Passou por Jornal do Brás, diário Lance!, UOL, A Tribuna e Jornal Nippo-Brasil. Foi repórter, repórter especial, editor, editorialista e diretor de conteúdo, mas sempre preferiu a vida fora das redações.
Começou a atuar como assessor de comunicação no ano 2000.
Entre 2007 e 2017, foi editor, diretor de Conteúdo e diretor de Negócios e Atendimento do Grupo Intelligenza, à frente da ELEVEN PRESS Assessoria, núcleo de comunicação corporativa da empresa.
Estreou na escrita como coautor da não ficção O Brasil do Sol Nascente, em 2009, sobre o centenário da imigração japonesa no País. Em 2015, lançou o livro de contos Histórias (Quase) Verídicas. Dois anos mais tarde, foi a vez do romance Órfãos de São Paulo.
É coapresentador do podcast Leia a Bula, com o Profº Dr. Dante Gallian (UNIFESP), idealizador do talk show Epígrafes, no ar na internet entre 2016 e 2018, e colunista do Blog Tesão Literário, do portal pernambucano Ver Agora.
Sócio-proprietário da agência de comunicação e conteúdo MTT Comunicação, é, ainda, coordenador do Laboratório de Leitura, experiência de humanização por meio da literatura – objeto de pesquisa que lhe rendeu o título de Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em 2022.
Também atua como palestrante, redator, roteirista, produtor, editor, ghost writer, narrador de audiolivros, mediador de debates, mestre de cerimônias e consultor para assuntos do mercado editorial e livreiro.

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Veja o que os leitores e leitoras falam sobre meus livros

  • <B>PAULO ROBERTO FALCÃO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Ricardo dosa com maestria em seus contos a ambiguidade, a repetição e o exagero. Mais desses elementos e os relatos transbordariam informações desconexas e irrelevantes; menos, por outro lado, deixaria o leitor à deriva, carente de um desfecho mais digno, como se seu time tivesse sofrido uma inesquecível derrota para o principal rival.
    PAULO ROBERTO FALCÃO
    Treinador de futebol, ex-jogador e comunicador
  • <B>VLADIR DE SÁ LEMOS<B>
    Órfãos de São Paulo
    Um romance, às vezes atroz, mas que traz a doçura das conversas desarmadas que costumamos travar com nossos filhos. Anjos que costumam com sua chegada evidenciar o quanto somos dados à luz dependentes de alguém para nos cuidar. E é também algo sobre o que a cidade grande não ensina: ser feliz tendo menos. Estar atento às armadilhas do conforto. Mas se trata de uma obra, bem sei, nascida do desejo do que a cidade ensina, sim, e a literatura pede. Comprometimento com o ofício. Labuta diária. Certeza de quem sabe que a palavra é pedra para ser lapidada com as mãos. É também uma história de amor e de coragem. De reflexão sobre as dúvidas que habitam o peito, mesmo os daqueles que trazem consigo uma certeza.
    VLADIR DE SÁ LEMOS

    Jornalista e escritor. É apresentador da TV Cultura e autor dos livros Dois Poetas Frente ao Espelho (Folha de Poesia; 1998); A Magia da Camisa 10 (Verus; 2006); O Dia em que me Tornei Santista (Panda Books; 2006); A Cabeça do Futebol (Casa das Musas; 2009); Juízo, Torcida Brasileira (Realejo; 2015) e Os Dias em Mim (Dobra Editorial; 2016)

  • <h5>BRUNO FREITAS</h5>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Na era dos smartphones, a urgência das relações ameaça a riqueza da observação do cotidiano. Mas, do lado romântico da vida, ainda contamos com o entusiasmo de jovens cronistas como Ricardo, em sua saga pela beleza do trivial.  
    BRUNO FREITAS
    Jornalista e escritor. Autor do livros Queimando as Traves de 50 (Ed. Ventura; 2013), Em 12 Rounds (Ed. Via Escrita; 2014) e 20 Jogos Eternos do Santos (Maquinária Editora; 2017)
  • <B>ALEX BEZERRA DE MENEZES<B>
    Órfãos de São Paulo
    Mituti nos apresenta um romance cuja urbanidade salta aos olhos, texto límpido em que a próxima frase pode nos levar ao nosso íntimo menos explorado. O drama das personagens tomamos para nós com comedida compaixão; comedida porque todas elas falam de forma tão eloquente, que é difícil escutar a nossa própria voz interior a induzi-las a querer tomar outros caminhos: os delas são os mais adequados do que o que imaginamos.  
    ALEX BEZERRA DE MENEZES
    Escritor. Autor do livro de contos Incandescências (Scortecci; 2005) e do romance Depois do Fim (Simonsen; 2016)
  • <B> JORGE AVANCINI<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    A visão de Ricardo Mituti ultrapassa os limites do jornalismo puro: ele possui faro aguçado para identificar oportunidades e criar boas histórias. A cada gol de placa que ele faz, costumo brincar dizendo que eu queria ter um filho assim.  
    JORGE AVANCINI
    Administrador. Foi diretor executivo de Mercado do Esporte Clube Bahia e vice-presidente de Marketing do Sport Club Internacional
  • <B>OTHEDERALDO JR.<B>
    Órfãos de São Paulo
    O livro é muito atual e informa muito bem sobre o problema da adoção. A leitura é rápida, pois o texto é objetivo e envolvente ao mesmo tempo.
    OTHEDERALDO JR.
    Empresário e escritor. Autor do livro As 11 Fragilidades que Derrubam sua Empresa (Autopublicação; 2017)
  • <B> RODRIGO CAPELO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    À rara sensação de ler quem me ensinou a escrever, somam-se uma característica aguardada e uma surpresa. O texto metódico, organizado e minucioso de Mituti, como esperado, foi exportado para a crônica com sucesso. A surpresa é que o estilo quadradão do jornalismo e da assessoria de imprensa não tenha atrapalhado em nada o texto literário. Pelo contrário. A fértil imaginação na construção de personagens – tão cotidianos que podiam ser parentes teus – bebeu na fonte da observação da boa reportagem. Há, aqui, um cronista de grande futuro.  
    RODRIGO CAPELO
    Jornalista. É repórter do site da revista Época
  • <B>JULIANA FALCÃO<B>
    Órfãos de São Paulo
    Ricardo tem o dom das palavras e sabe contar histórias. Há, no livro, muito do autor, com seu jeito polido e inteligente de descrever as coisas; um jeito que faz a gente parar para prestar atenção, para tentar sair da conversa mais culto. É muito sutil e belo o jeito que Ricardo descreve as pessoas e suas ações. Dá para enxergar a cena nitidamente na nossa frente. Parece até que já vimos as personagens pela rua.
    JULIANA FALCÃO
    Jornalista

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