Ricardo Mituti

É jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Apesar de não assiná-lo profissionalmente, carrega um Junior como último sobrenome.
Passou por Jornal do Brás, diário Lance!, UOL, A Tribuna e Jornal Nippo-Brasil. Foi repórter, repórter especial, editor, editorialista e diretor de conteúdo, mas sempre preferiu a vida fora das redações.
Começou a atuar como assessor de comunicação no ano 2000.
Entre 2007 e 2017, foi editor, diretor de Conteúdo e diretor de Negócios e Atendimento do Grupo Intelligenza, à frente da ELEVEN PRESS Assessoria, núcleo de comunicação corporativa da empresa.
Estreou na escrita como coautor da não ficção O Brasil do Sol Nascente, em 2009, sobre o centenário da imigração japonesa no País. Em 2015, lançou o livro de contos Histórias (Quase) Verídicas. Dois anos mais tarde, foi a vez do romance Órfãos de São Paulo.
É idealizador e apresentador do talk show Epígrafes, no ar desde dezembro de 2016, e da série Epígrafes Pocket, produzida com exclusividade durante a Bienal do Livro de São Paulo de 2018.
Sócio-proprietário da agência de comunicação e conteúdo MTT Comunicação, é, ainda, coordenador da vivência Laboratório de Leitura, metodologia de leitura compartilhada que objetiva a humanização por meio dos livros.
Também atua como palestrante, redator, roteirista, produtor, editor, ghost writer, narrador de audiolivros, mediador de debates, mestre de cerimônias e consultor para assuntos do mercado editorial e livreiro.

Blog

Confira aqui meus últimos posts

13 de novembro de 2018

Leituras do Ano: lista atualizada

12 de novembro de 2018

Ricardo Mituti e EPÍGRAFES marcam presença no MICBR 2018

Livros

Conheça minhas obras

Depoimentos

 

Veja o que os leitores e leitoras falam sobre meus livros

  • <B>PAULO ROBERTO FALCÃO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Ricardo dosa com maestria em seus contos a ambiguidade, a repetição e o exagero. Mais desses elementos e os relatos transbordariam informações desconexas e irrelevantes; menos, por outro lado, deixaria o leitor à deriva, carente de um desfecho mais digno, como se seu time tivesse sofrido uma inesquecível derrota para o principal rival.
    PAULO ROBERTO FALCÃO
    Treinador de futebol, ex-jogador e comunicador
  • <B>VLADIR DE SÁ LEMOS<B>
    Órfãos de São Paulo
    Um romance, às vezes atroz, mas que traz a doçura das conversas desarmadas que costumamos travar com nossos filhos. Anjos que costumam com sua chegada evidenciar o quanto somos dados à luz dependentes de alguém para nos cuidar. E é também algo sobre o que a cidade grande não ensina: ser feliz tendo menos. Estar atento às armadilhas do conforto. Mas se trata de uma obra, bem sei, nascida do desejo do que a cidade ensina, sim, e a literatura pede. Comprometimento com o ofício. Labuta diária. Certeza de quem sabe que a palavra é pedra para ser lapidada com as mãos. É também uma história de amor e de coragem. De reflexão sobre as dúvidas que habitam o peito, mesmo os daqueles que trazem consigo uma certeza.
    VLADIR DE SÁ LEMOS

    Jornalista e escritor. É apresentador da TV Cultura e autor dos livros Dois Poetas Frente ao Espelho (Folha de Poesia; 1998); A Magia da Camisa 10 (Verus; 2006); O Dia em que me Tornei Santista (Panda Books; 2006); A Cabeça do Futebol (Casa das Musas; 2009); Juízo, Torcida Brasileira (Realejo; 2015) e Os Dias em Mim (Dobra Editorial; 2016)

  • <h5>BRUNO FREITAS</h5>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Na era dos smartphones, a urgência das relações ameaça a riqueza da observação do cotidiano. Mas, do lado romântico da vida, ainda contamos com o entusiasmo de jovens cronistas como Ricardo, em sua saga pela beleza do trivial.  
    BRUNO FREITAS
    Jornalista e escritor. Autor do livros Queimando as Traves de 50 (Ed. Ventura; 2013), Em 12 Rounds (Ed. Via Escrita; 2014) e 20 Jogos Eternos do Santos (Maquinária Editora; 2017)
  • <B>ALEX BEZERRA DE MENEZES<B>
    Órfãos de São Paulo
    Mituti nos apresenta um romance cuja urbanidade salta aos olhos, texto límpido em que a próxima frase pode nos levar ao nosso íntimo menos explorado. O drama das personagens tomamos para nós com comedida compaixão; comedida porque todas elas falam de forma tão eloquente, que é difícil escutar a nossa própria voz interior a induzi-las a querer tomar outros caminhos: os delas são os mais adequados do que o que imaginamos.  
    ALEX BEZERRA DE MENEZES
    Escritor. Autor do livro de contos Incandescências (Scortecci; 2005) e do romance Depois do Fim (Simonsen; 2016)
  • <B> JORGE AVANCINI<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    A visão de Ricardo Mituti ultrapassa os limites do jornalismo puro: ele possui faro aguçado para identificar oportunidades e criar boas histórias. A cada gol de placa que ele faz, costumo brincar dizendo que eu queria ter um filho assim.  
    JORGE AVANCINI
    Administrador. Foi diretor executivo de Mercado do Esporte Clube Bahia e vice-presidente de Marketing do Sport Club Internacional
  • <B>OTHEDERALDO JR.<B>
    Órfãos de São Paulo
    O livro é muito atual e informa muito bem sobre o problema da adoção. A leitura é rápida, pois o texto é objetivo e envolvente ao mesmo tempo.
    OTHEDERALDO JR.
    Empresário e escritor. Autor do livro As 11 Fragilidades que Derrubam sua Empresa (Autopublicação; 2017)
  • <B> RODRIGO CAPELO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    À rara sensação de ler quem me ensinou a escrever, somam-se uma característica aguardada e uma surpresa. O texto metódico, organizado e minucioso de Mituti, como esperado, foi exportado para a crônica com sucesso. A surpresa é que o estilo quadradão do jornalismo e da assessoria de imprensa não tenha atrapalhado em nada o texto literário. Pelo contrário. A fértil imaginação na construção de personagens – tão cotidianos que podiam ser parentes teus – bebeu na fonte da observação da boa reportagem. Há, aqui, um cronista de grande futuro.  
    RODRIGO CAPELO
    Jornalista. É repórter do site da revista Época
  • <B>JULIANA FALCÃO<B>
    Órfãos de São Paulo
    Ricardo tem o dom das palavras e sabe contar histórias. Há, no livro, muito do autor, com seu jeito polido e inteligente de descrever as coisas; um jeito que faz a gente parar para prestar atenção, para tentar sair da conversa mais culto. É muito sutil e belo o jeito que Ricardo descreve as pessoas e suas ações. Dá para enxergar a cena nitidamente na nossa frente. Parece até que já vimos as personagens pela rua.
    JULIANA FALCÃO
    Jornalista

Laboratório de Leitura

 

Conheça a vivência de leitura compartilhada cujo objetivo é promover a humanização por meio de reflexões suscitadas nos grandes clássicos da literatura universal

Epígrafes

 

Assista abaixo às últimas edições do meu talk show ou

clique aqui para assistir a todos os programas em meu canal no YouTube

Imprensa

 

Confira o que a mídia tem dito sobre o meu trabalho

globo
globo-news
publish-news
cultura

Instagram

Siga-me!